Registro de Direito Autoral – Texto Registrado - Cabeçalho Registro de Direito Autoral – Texto Registrado - Cabeçalho

Esta Obra está Registrada em nome do autor Andarilho sob o número 131438348561548800, o autor tem um Certificado Digital de Direito Autoral que atesta este registro.
QUARTETO INDOMÁVEL -- 2011-08-26 - 15:31:25 (Andarilho)


QUARTETO INDOMÁVEL
Silva Filho


Bolívia, Cuba, Brasil
Junto com Venezuela
Em clima de apogeu
Com bons atores na tela
Mas o povo não confunde
Progresso com esparrela.

A Bolívia não esconde
O seu grande retrocesso
De volta às cavernas
Entrou em grave recesso
Um Cacique dá o tom
Do seu governo depresso.

Cacique Evo Morales
Com sua flecha e tacape
Defende seu território
E também o seu manzape
Com a rolha no buraco
Antes que o gás escape.

Pensando ser pioneiro
Como inventor da roda
Morales quer ser o tal
Ao sustentar essa moda
Mas com a roda em xeque
O Bush derrama soda.

Bolívia dos tristes ais
Que não caça e nem pesca
Uma Tribo sem valores
Pois a mente não refresca
Falsa Tribo sem destino
Que seu futuro despesca.

Se nem mesmo a potência
Que tem o nome de China
Conseguiu ficar ilhada
Sem o dólar que domina
Imagine quem tateia
Com a luz da lamparina.

Mas o Brasil imprudente
Preferiu ficar refém
Dum país tupiniquim
Que só petulância tem
O gás ficou engasgado
E a Petrobrás também.

O Monarca Hugo Chávez
Manda na Venezuela
Dita, faz e acontece
Com petróleo e balela
Mas o povão continua
Sem filé e sem costela.

Hugo, como qualquer rei
Busca poder e dinheiro
Fala em tom doutoral
Do Capital estrangeiro
Mas não faz investimentos
Pra sair do seu banzeiro.

Hugo Chávez, presunçoso
Na ONU quer ter assento
Pra pôr petróleo na mesa
Como arma de momento
Não passa dum asinino
(Que me perdoe o jumento)

Cuba é um Paraíso
Pra Fidel e seus parentes
Que se danem os demais
(Como pobres dissidentes)
O progresso é visível
Entre poucos confidentes.

O Fidel é um coitado
Que pensa ser professor
De tudo que há na vida
Na vida dum DITADOR
O Povo fica sem nada
Ou melhor, só com a dor.

Esse homem decadente
Construiu o seu reinado
O Patrimônio do povo
Sempre ficou confiscado
Lá quem não morre de fome
Morre ao fugir a nado.

O Paraíso de Castro
Não convence os cubanos
Que se jogam pelo mar
Em desesperos insanos
Porque não querem provar
Dos lauréis draconianos.

Se acaso alguém ouvir
“Eu não vi, não sei de nada”
Desembarcou no Brasil
No centro da Esplanada
E se demorar um pouco
Vai ouvir muita piada.

São piadas engraçadas
Digamos – do Cuecão
Que não entende de pinto
Porque tem outra missão
Transportar alguma grana
Pra pagar um mensalão.

No Brasil é um torneiro
Quem comanda a torneira
Derramando benefícios
Pra quem vive na biqueira
O voto sai duma Bolsa
Da Família brasileira.

Eis o quarteto famoso
Que quer o mundo mudar
Se não for com o progresso
Engenho não vai faltar
Não tem ciência nem arte
Quando se sabe blefar.

/aasf/



6 Acessos                                                                                      Fale com o autor
                       

VDF Distribuição de Alimentos

 
Este site é um produto da Marquei Soluções Internet Ltda - QD 301 RUA D CONJ 02 LT 5/6 S. 303 - BRASÍLIA - DF - 71901-110
CNPJ: 04.343.779/0001-07       -  contato@textoregistrado.com.br